Categoria: Agronegócio

  • Festas de fim de ano: Saúde estadual alerta sobre impacto de fogos de artifício e música alta para autistas

    Festas de fim de ano: Saúde estadual alerta sobre impacto de fogos de artifício e música alta para autistas

    Unidade do governo especializada no atendimento a pacientes com TEA, Crer destaca necessidade de estratégias de conscientização para garantir festas mais inclusivas

    A chegada das festas de fim de ano é marcada por momentos de alegria e celebração, mas também pode trazer desafios significativos para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Atento a essa realidade, o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), unidade do governo de Goiás especializada no atendimento a pacientes com TEA, ressalta as preocupações de familiares e profissionais quanto ao desconforto auditivo frequentemente vivenciado nesse período festivo.

    Um dos fatores que contribuem para esse desconforto é a hipersensibilidade ou hiper-reatividade auditiva, um sintoma comum principalmente em pessoas com TEA. Essa condição é caracterizada por uma aversão exagerada a certos tipos de barulho, como fogos de artifício, música alta e conversas simultâneas, que podem desencadear reações intensas e comportamentos interferentes.

    Para essas pessoas, os barulhos, que passam despercebidos ou são considerados normais pela maioria da população, podem causar desconforto extremo. Entre as reações mais comuns estão: crises de choro, comportamentos autoagressivos e heteroagressividade, além de um sentimento geral de desregulação sensorial. Esses desafios reforçam a importância de entender e respeitar as necessidades sensoriais dessas pessoas, principalmente em épocas comemorativas.

    Lorrany Buarque de Araujo é mãe do pequeno Luiz Emanuel, de cinco anos, diagnosticado com autismo nível 3 de suporte e paciente do Crer há um ano. Ela explica que apesar dos avanços significativos que Luiz tem conquistado com as terapias, os momentos de confraternização ainda exigem muitos cuidados. “Evitamos música alta e barulhos intensos. Optamos por som ambiente e um número reduzido de pessoas, sempre respeitando os limites do Luiz. Mas, infelizmente, nem sempre isso é suficiente. É preciso que todos colaborem. Quando vizinhos ou amigos ignoram nossas tentativas de conscientização, torna-se muito difícil. Muitos ainda acham que é frescura”, desabafa.

    Ao falar sobre os impactos do barulho no filho, Lorrany relata: “Ele fica muito agitado, chora, coloca as mãos nos ouvidos e pede ajuda. O sofrimento é visível, tanto físico quanto emocional. Ele tenta se esconder para fugir do que está sentindo”, explica.

    Estratégias
    A terapeuta ocupacional da Clínica Intelectual do Crer, Jackeline Karla Martins Bessa, destaca estratégias para minimizar os efeitos negativos de ambientes barulhentos em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre as medidas recomendadas estão o uso de abafadores de ruído, a manutenção de uma rotina previsível, a criação de um “cantinho sensorial” acolhedor e a utilização de uma caixinha com objetos que auxiliem na regulação sensorial.

    Além das adaptações individuais, Jackeline reforça a importância da conscientização comunitária. Evitar fogos de artifício, reduzir o volume de músicas e adotar uma postura acolhedora podem tornar os ambientes mais inclusivos. “Pequenas mudanças fazem toda a diferença”, ressalta a terapeuta.

    Fotos: Juliana de Oliveira Saran/Crer

     

  • A Agrodefesa e o setor produtivo estão empenhados em certificar propriedades como livres de brucelose e tuberculose

    A Agrodefesa e o setor produtivo estão empenhados em certificar propriedades como livres de brucelose e tuberculose

    com o objetivo de garantir a sanidade dos rebanhos e oferecer alimentos seguros à população. Este esforço segue o sucesso de Goiás em ser reconhecido como uma zona livre de aftosa sem vacinação, uma conquista que impulsionou o governador Ronaldo Caiado a estabelecer novas metas na pecuária do estado.

    A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) está colaborando com o Comitê Estadual de Combate à Brucelose e Tuberculose, do qual faz parte, para implementar ações estratégicas e coordenadas. Essas zoonoses afetam bovinos e bubalinos, causando prejuízos significativos tanto sanitários quanto econômicos.

    José Ricardo Caixeta Ramos, presidente da Agrodefesa, destaca que a principal estratégia é a educação sanitária, que orienta a imunização contra a brucelose e a realização de diagnósticos de tuberculose, assegurando a saúde dos rebanhos e a qualidade dos alimentos oferecidos à população.

    A médica veterinária Sivane Dorneles, coordenadora do Programa Estadual de Brucelose e Tuberculose da Agrodefesa, aponta que atualmente há quatro propriedades certificadas como livres dessas doenças em Goiás, com duas adicionais em processo de certificação. Para aumentar esse número, a Agrodefesa está conduzindo um diagnóstico regionalizado da situação dos rebanhos ainda pendentes de vacinação contra a brucelose, em parceria com o Fundo Emergencial para Sanidade Animal de Goiás (Fundepec) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Este estudo, que será concluído em três meses, permitirá a identificação das dificuldades regionais e a formulação de ações específicas, como campanhas de vacinação e orientação sobre a importância da imunização.

    Além disso, um projeto-piloto está sendo desenvolvido em parceria com a Associação de Produtores de Leite de Itaberaí, envolvendo oito propriedades produtoras de leite. Com apoio do Fundepec, amostras de sangue são analisadas no Laboratório Veterinário (LabVet) da Agrodefesa para verificar a presença de brucelose e tuberculose.

    Simultaneamente, a Agrodefesa está promovendo ações educativas voltadas para o consumidor final, alertando sobre os riscos de zoonoses, que podem ser transmitidas através do consumo de leite cru. Essas iniciativas incluem abordagens diretas em supermercados para informar os consumidores sobre a importância de escolher produtos inspecionados. Recentemente, a Agência realizou campanhas em seis municípios goianos, incluindo a capital.

    Foto : Agrodefesa

    Fonte: Comunicação Setorial da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás

     

  • Governo de Goiás dá início à construção de 800 novas vagas no sistema penitenciário

    Governo de Goiás dá início à construção de 800 novas vagas no sistema penitenciário

     

    O Estado de Goiás iniciou a construção de novas vagas no sistema penitenciário, com a previsão de entregar 2.850 novas vagas em seis unidades até abril de 2025. O investimento total será superior a R$ 220 milhões. As obras, que começaram em julho, visam criar 800 novas vagas nas cidades de Caldas Novas e Formosa, com cada projeto recebendo um aporte de R$ 42,1 milhões, totalizando R$ 84,2 milhões.

    As novas instalações, que devem ser concluídas em aproximadamente seis meses, adotarão o método de construção “moldado in loco”. Esse processo envolve a criação de paredes utilizando uma tela metálica montada no próprio local, o que acelera o andamento da obra.

    Josimar Pires, diretor-geral de Polícia Penal, destacou que o sistema penitenciário de Goiás não recebia investimentos significativos por mais de duas décadas. Desde a administração do governador Ronaldo Caiado, iniciada em 2019, já foram alocados mais de R$ 300 milhões em reformas e novas construções. Atualmente, diversas melhorias estão em andamento em todas as regiões do Estado.

    Além dessas 800 novas vagas, estão previstas a criação de mais 2.050 até abril de 2025. O Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, localizado em Aparecida de Goiânia, receberá 1.600 novas vagas, divididas entre a Penitenciária Coronel Odenir Guimarães e a Casa de Prisão Provisória, com a inauguração programada para setembro.

    A Unidade Prisional Regional de Novo Gama terá 300 novas vagas, com conclusão esperada para abril de 2025, e o Presídio Estadual de Anápolis será ampliado com 150 vagas, previsto para dezembro deste ano. O total investido em todas essas melhorias é estimado em cerca de R$ 223 milhões.

    Josimar Pires também ressaltou que os novos presídios serão equipados com tecnologia moderna, incluindo concreto de alta resistência e sistemas automatizados de água e iluminação para as áreas de detenção.

    Detalhes das novas vagas no sistema penitenciário de Goiás

    -Penitenciária Coronel Odenir Guimarães
    – Vagas: 800
    – Investimento: R$ 54,1 milhões
    – Andamento: 98,69%
    – Entrega prevista: Agosto de 2024

    – Casa de Prisão Provisória
    – Vagas: 800
    – Investimento: R$ 55,1 milhões
    -Andamento: 94,61%
    – Entrega prevista: Setembro de 2024

    – Presídio Estadual de Anápolis
    – Vagas: 150
    – Investimento: R$ 12,4 milhões
    – Andamento: 33,26%
    – Entrega prevista: Dezembro de 2024

    – Unidade Prisional Regional de Caldas Novas
    – Vagas: 400
    – Investimento: R$ 42,1 milhões
    – Andamento: Preparação do canteiro de obras
    – Entrega prevista: Março de 2025

    – Unidade Prisional Regional de Formosa
    – Vagas: 400
    – Investimento: R$ 42,1 milhões
    – Andamento: Preparação do canteiro de obras
    – Entrega prevista: Março de 2025

    – Unidade Prisional Regional de Novo Gama
    – Vagas: 300
    – Investimento: R$ 17,8 milhões
    – Andamento: 82%
    – Entrega prevista: Abril de 2025

    Fonte:  Diretoria-Geral de Polícia Penal – Governo de Goiás

    Foto: Divulgação

  • Governo de Goiás apresenta programas tecnológicos inovadores na ExpoFavela 2024

    Governo de Goiás apresenta programas tecnológicos inovadores na ExpoFavela 2024

    Evento contará com atendimentos à população, palestras, workshops, exposições, apresentações de startups e oficinas

    A maior feira de negócios do 4º setor, a ExpoFavela Innovation 2024, que será realizada no Centro de Convenções de Goiânia nos dias 28 e 29 de junho, contará com extensa programação do Governo de Goiás. Com um dos maiores espaços da feira, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) vai expor programas e projetos que impulsionam a inovação no estado, como Hub Goiás, o Sukatech e as Escolas do Futuro de Goiás (EFGs).

    Os visitantes do evento poderão receber atendimentos, mentorias, além de fazer oficinas de capacitação e inscrições em cursos gratuitos de tecnologia e empreendedorismo. No espaço destinado ao Hub Goiás, 20 startups vão apresentar soluções inovadoras de negócio ao público; no stand das EFGs haverá oficina de drones e demonstração de óculos e impressoras 3D, além de inscrições. Já o programa Sukatech realizará oficinas de informática básica, recondicionamento de computadores e robótica, e uma oficina sobre a cultura da sustentabilidade e economia circular.

    Durante todo o evento, no palco da Secti, ainda acontecerão “palestras silenciosas”, com o uso de fones de ouvido, sobre os mais variados temas no universo da tecnologia e inovação, como Legislação e Políticas de voo de drones, Economia Circular em Comunidade, Como participar e vencer maratonas de inovação, e muito mais. Toda a programação é gratuita e estará disponível ao público das 9h às 21h.

    A abertura da programação do palco da Secti fica por conta da palestra “Tech é pra mim? Oportunidades para profissionais nas áreas de inovação e tecnologia”, que acontece nesta sexta-feira (28), às 13h30, e será realizada pelo Hub Goiás, que também vai comandar treinamentos para soluções de base tecnológica criativas.

    “Existe muita potência empreendedora nas favelas e comunidades, e o que nós queremos é apoiar negócios inovadores, visando melhorar a vida dos goianos. Esta é uma determinação do governador Ronaldo Caiado. Para isso, preparamos uma arena tecnológica na ExpoFavela, com a presença do Hub Goiás, e vamos levar nosso ensino técnico, com as Escolas do Futuro de Goiás. Estamos muito animados com as oportunidades que vamos gerar durante o evento”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás, José Frederico Lyra Netto.

    A ExpoFavela Innovation 2024 é realizada pela Central Única das Favelas (Cufa), com apoio do Governo de Goiás.

    Fotos: André Bianchi

    Fonte: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação — Governo de Goiás

     

  • Goiás é líder no Centro-Oeste em número de unidades locais de empresas industriais

    Dados são referentes a 2022 e foram divulgados pelo IBGE. Pesquisa ainda mostra estado no topo do ranking na região em outras quatro variáveis

    Com o terceiro maior número da série histórica iniciada em 2007, Goiás é líder na quantidade de unidades locais de empresas industriais com cinco ou mais pessoas ocupadas, no Centro-Oeste, aponta a Pesquisa Industrial Anual (PIA), divulgada nesta quinta-feira (27/06), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados referentes a 2022. O estado puxa o ranking na região com 7.037 unidades, o equivalente a 52,6% do total, seguido por Mato Grosso (3.154), Mato Grosso do Sul (1.929) e Distrito Federal (1.262).

    “Esse resultado mostra o excelente trabalho que o governo estadual realiza, valorizando e estimulando a potencialidade de Goiás, o que nos leva a estar à frente em diversas pesquisas, muitas vezes superando a média nacional”, comemora o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho.

    Em outras quatro variáveis analisadas no levantamento, Goiás também é destaque no Centro-Oeste: é a unidade federativa que mais gerou receita líquida de vendas (R$ 229,4 bilhões); com o maior contingente de pessoas ocupadas (253 mil), e que receberam um total de R$ 10,1 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. Além disso, a atividade industrial goiana gerou R$ 64,8 bilhões em valor de transformação industrial (VTI), número superior ao do Mato Grosso (R$ 41,1 bilhões), Mato Grosso do Sul (R$ 36 bilhões) e Distrito Federal (4 bilhões).

    Perfil
    A PIA ainda mostrou que a fabricação de produtos alimentícios, uma das atividades inseridas na indústria da transformação, representa mais da metade da receita líquida industrial de Goiás com participação de 54,9%. O valor de transformação industrial é liderado também pela fabricação de produtos alimentícios (R$ 26,9 bilhões), que ainda conta com o maior número de unidades locais (1.383), 19,7% do total do estado; e com a maior participação em pessoal ocupado (37,3% do total neste item em Goiás).

    O salário médio mensal pago pelas indústrias goianas foi de R$ 3.057,23, duas vezes e meia o salário mínimo de 2022. A atividade que melhor paga é a da metalurgia, cujo rendimento do pessoal ocupado é 4,79 s.m (salário mínimo), seguida pela extração de minerais metálicos e, depois, pela fabricação de produtos químicos.

    Já quando a análise leva em conta o quesito produto, estão no topo do ranking goiano tortas, bagaços e farelos da extração do óleo de soja, com um valor de produção de R$ 17 bilhões e receita líquida de vendas de R$ 14,9 bilhões. Carnes de bovinos frescas ou refrigeradas subiram uma posição, alcançando o segundo lugar, com produção de R$ 12,5 bilhões e receita líquida de R$ 12,4 bilhões. Já o álcool etílico (etanol) não desnaturado, com teor alcoólico em volume maior ou igual a 80%, anidro ou hidratado para fins carburantes ficou na terceira posição com valor de produção de R$ 9,5 bilhões e receita líquida de vendas de R$ 9,5 bilhões.

    Pesquisa
    A PIA Empresa retrata as características estruturais do segmento empresarial da atividade industrial do país. As informações são utilizadas para a análise e o planejamento econômico das empresas do setor privado e dos diferentes níveis do governo. Já a PIA Produto, segundo o IBGE, constitui a principal fonte de informações sobre a produção de bens e serviços industriais no Brasil.

    Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Fonte: Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás

  • Programa de Aceleração da Transição Energética chega ao Senado Federal

    O senador e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Laércio Oliveira (PP-SE), foi designado relator do PL 327/2021, que institui o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN), na Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado Federal. O objetivo é incentivar projetos de desenvolvimento sustentável com recursos de créditos de empresas perante a União.

    Aprovado em março na Câmara dos Deputados, o projeto prevê condições especiais de financiamento e a criação de um fundo verde, a ser administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para projetos de energias renováveis. A proposta considera como desenvolvimento sustentável projetos de obras de infraestrutura, expansão ou implantação de parques de produção energética de matriz sustentável, pesquisa tecnológica ou desenvolvimento de inovação tecnológica que proporcionem benefícios socioambientais ou mitiguem impactos ao meio ambiente.

    Para o senador Laércio, o projeto é de grande importância para o setor energético do país. “Assumi recentemente a imensa responsabilidade de relatar o projeto que institui o PATEN. Já estamos conversando com todo o setor e os parlamentares para a elaboração de um documento, o mais rápido possível, com a atenção devida que o assunto merece”, declarou o parlamentar.

    Emenda

    Na comissão, o projeto já recebeu uma emenda do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), que inclui a adoção de ações por parte da União para viabilizar a contratação de energia elétrica de usinas de recuperação energética de resíduos sólidos. Segundo o senador, a compra de energia produzida por essas usinas será feita pelas distribuidoras de energia e cobrada na tarifa ou por meio de encargo de incentivo à energia renovável.

    “A inserção da emenda ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados terá o cunho de viabilizar o projeto de recuperação energética de resíduos, trazendo para o Brasil vantagens econômicas, energéticas, ambientais, de saúde pública, saneamento básico, empregabilidade e bem-estar social”, destacou o senador.

    Para o vice-presidente da FPA no Senado Federal, a emenda representa um avanço significativo para o país rumo à sustentabilidade e à transição energética. “Esta medida visa a produção de energia limpa, a economia em saúde e no meio ambiente, além de criar empregos e reduzir emissões de gases de efeito estufa, garantindo viabilidade econômica e segurança para investidores por licitações unificadas e o cumprimento das metas do Planares e do Acordo de Paris”, afirmou Zequinha Marinho.

    Fonte: FPA

    Foto: Divulgação

  • Arraiá FPA – Trem bão é coisa boa! 

    Arraiá FPA – Trem bão é coisa boa!

    📣 É com grande alegria que a Frente Parlamentar da Agropecuária tem a honra de convidá-los para o Arraiá da FPA 2024! Este ano, nossa festa está ainda mais especial, repleta de comidas típicas e músicas tradicionais.

    Será uma oportunidade única para nos encontrarmos em um ambiente descontraído, celebrando o melhor do agro brasileiro!

    👉 Esperamos vocês! Venham festejar com a gente!

    📎 Link para credenciamento de imprensa até 02/07/2024, 16h: https://bit.ly/3ziL7Dg

    Frente Parlamentar da Agropecuária

  • FPA trabalha pela rejeição de projeto que propõe imposto de exportação sobre alimentos

    FPA trabalha pela rejeição de projeto que propõe imposto de exportação sobre alimentos

    “Aumentar a carga tributária aos produtores rurais não é a solução”, afirma Luiz Gastão

    O relatório do deputado Luiz Gastão (PSD-CE), sobre o Projeto de Lei 1586/2022, foi aprovado, nesta terça-feira (25), na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara. A aprovação impede a cobrança de imposto de exportação sobre um conjunto de alimentos estratégicos para a dieta básica dos brasileiros em situações de risco ao abastecimento interno.

    Para o relator, integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o projeto aponta uma solução equivocada para os problemas de fome e insegurança alimentar no Brasil. Gastão argumentou que “o imposto de exportação não deve ser utilizado para distorcer os mercados” e que a sobrecarga tributária aos produtos agropecuários promoveria a perda de mercados externos, encarecendo as exportações e impactando negativamente o balanço de pagamentos do país.

    Ele concluiu que, apesar das preocupações legítimas com a segurança alimentar, a solução não deve ser a proposta no projeto, pois seria nociva aos interesses dos produtores e prejudicaria a economia nacional.

    O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), também argumentou contra a proposta. Segundo o parlamentar, a medida sugerida pelo projeto determinaria a incidência do imposto de exportação sobre produtos como soja, milho e arroz quando os estoques públicos estivessem abaixo de 10% das previsões de consumo nacional, e sobre carnes de bovinos, suínos e frango em situações de ameaça ao abastecimento interno.

    Lupion destacou que essa política seria contraproducente, citando o exemplo da Argentina, onde a taxação das exportações agrícolas não resolveu o problema da inflação de preços ao consumidor e ainda agravou o déficit na balança de pagamentos devido ao desestímulo ao setor produtivo.

    “Um eventual desestímulo às exportações agrícolas do país afetaria negativamente os estoques globais, provocando ainda aumento de preços e insegurança alimentar em outros países, sem necessariamente melhorar os preços para o consumidor no mercado doméstico”, afirmou Lupion.

    Ele concluiu, alertando que a aplicação de impostos de exportação prejudicaria a imagem do Brasil como fornecedor confiável de alimentos, podendo resultar em retaliações comerciais e perda de mercados conquistados ao longo das últimas décadas.

    Fonte: e Foto  FPA

     

  • Governo de Goiás estabelece base para comércio exterior na China

    Governo de Goiás estabelece base para comércio exterior na China

    Repartição goiana no território chinês dividirá espaço com escritório do Porto Seco de Anápolis a ser montado em Xiong’an

    O Governo de Goiás, durante nova missão à China, coordenada pelo secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, fechou acordo com o maior porto alfandegário da cidade de Xiong’an para estabelecer uma base para comércio exterior no território chinês. A unidade dividirá espaço com o escritório do Porto Seco de Anápolis a ser montado também na zona portuária.

    “Esse escritório terá representatividade do Governo de Goiás, por meio da área de comércio exterior da SIC, para trazer novos negócios para Goiás”, frisa Joel Braga Filho. “Isso nos dá uma ideia do futuro da secretaria com o país que mais se desenvolve no mundo”, complementa o secretário.

    Xiong’an é uma cidade que foi criada do zero para dividir funções administrativas com Pequim e conta com um distrito industrial, zonas de livre comércio e armazéns alfandegados, sendo um grande ponto do comércio internacional no país asiático.

    “O acordo com o Porto de Xiong’an é apenas uma das várias conquistas desta missão, que sem dúvidas trará muitos frutos para Goiás e um desenvolvimento sem precedentes para o comércio exterior do nosso estado”, finaliza o titular da SIC, ao destacar que o espaço compartilhado do governo estadual com o Porto Seco de Anápolis será custeado pelos chineses.

    Fotos: Divulgação Porto de Xiong’a

    Fonte: Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás

  • Indústria goiana cresce 7,3% e supera média nacional

    Indústria goiana cresce 7,3% e supera média nacional

    O crescimento da indústria em Goiás é o maior do país desde 2022. No primeiro trimestre de 2024, o setor de serviços goiano também se destacou, apresentando um aumento de 2,5%.

    A indústria goiana cresceu 7,3% no primeiro trimestre de 2024 em comparação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a média brasileira foi de 2,8%. Este aumento foi impulsionado pelos Serviços Industriais de Utilidade Pública (27,1%), pela Indústria de Transformação (5,4%) e pela Construção (2,6%). As informações são do Boletim publicado pelo Instituto Mauro Borges (IMB), que apresenta estatísticas relacionadas aos setores econômicos do estado de Goiás para o primeiro trimestre de 2024.

    Desde 2022, o setor tem crescido acima da média nacional. O boletim destaca que, no primeiro trimestre daquele ano, Goiás alcançou um crescimento de 6,6%, enquanto o Brasil apresentou um resultado negativo de 2,3%. Outro destaque foi o terceiro trimestre de 2022, quando Goiás atingiu 10,6%, em comparação aos 2,6% da média nacional. No terceiro trimestre de 2023, o crescimento goiano foi de 12,3%, quatro vezes maior que o nacional (2,9%).

    No primeiro trimestre de 2024, o setor de serviços também apresentou um desempenho notável, com um crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período de 2022. Os serviços de informação e comunicação (7,7%), comércio (7,3%) e outros serviços (5,0%) foram os principais responsáveis por este resultado positivo. “O salto da indústria goiana é muito importante para nossa economia e coloca Goiás em uma posição privilegiada em relação aos outros estados. Pelo terceiro ano consecutivo, mantemos essa posição, o que também significa mais emprego e renda para a população”, avaliou o governador Ronaldo Caiado.

    “Goiás vem crescendo acima da média nacional há dois anos. Os bons resultados mantêm nossa economia aquecida e contribuem para a geração de emprego e renda para a população”, destacou o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima.

    Sobre o Boletim

    O boletim do IMB analisa o PIB goiano e os setores de agropecuária, indústria e serviços, além de apresentar estatísticas relacionadas à conjuntura econômica, comércio exterior e inflação do estado de Goiás.

    Foto: Secom

    Fonte: Secretaria-Geral de Governo – Governo de Goiás