Categoria: Economia

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  • O Estado de Goiás está celebrando os investimentos de R$ 4 bilhões feitos pela Mitsubishi em Catalão.

    O Estado de Goiás está celebrando os investimentos de R$ 4 bilhões feitos pela Mitsubishi em Catalão.

    O Estado de Goiás está celebrando os investimentos de R$ 4 bilhões feitos pela Mitsubishi em Catalão.

    A montadora gerou 12 mil empregos e vendeu mais de 800 mil veículos desde que se estabeleceu no estado em 1998.

    O Governo de Goiás, através da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), recebeu com satisfação o anúncio da HPE Automotores, representante oficial da Mitsubishi Motors e Suzuki no Brasil, sobre novos investimentos até 2032 na fábrica de Catalão, totalizando R$ 4 bilhões. A divulgação ocorreu nesta quinta-feira (4/4).

    O Secretário da SIC, Joel de Sant’Anna Braga Filho, enfatizou a importância do anúncio, destacando que o parque industrial da Mitsubishi tem uma capacidade significativa de produção, o que impulsiona a criação de empregos, transferência de tecnologia e o desenvolvimento geral do estado, sendo a primeira montadora a investir no centro do Brasil.

    Segundo a HPE, os investimentos serão destinados a diversas adaptações na unidade industrial para a produção de novos produtos, o desenvolvimento de tecnologias híbridas e flexíveis, o financiamento de pesquisas e estudos para sistemas de produção mais sustentáveis, além de treinamentos para aprimorar a capacitação dos funcionários da fábrica.

    O CEO da HPE, Mauro Luis Correia, ressaltou que os investimentos trarão benefícios significativos para a força de trabalho em Catalão, onde a indústria automotiva é uma atividade econômica fundamental. Esses investimentos visam capacitar profissionais para impulsionar suas carreiras nesse segmento.

    Com 26 anos de parceria, a montadora está localizada em Catalão, no Sudeste Goiano, desde 1998, gerando aproximadamente 12 mil empregos diretos e indiretos e vendendo cerca de 22 mil veículos por ano.

    Em agosto do ano passado, durante a celebração dos 25 anos de atividade em solo goiano, o governador Ronaldo Caiado visitou a empresa, elogiando sua contribuição para o estado. Desde sua instalação, mais de 800 mil veículos foram comercializados pela marca.

    O Secretário da SIC expressou gratidão e compromisso em apoiar o contínuo desenvolvimento da Mitsubishi, destacando a modernização da fábrica e os investimentos realizados nos últimos anos.

    Fonte: Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás

    Foto: SECOM

  • Quaresma: pesquisa do Procon Goiás aponta variação de até 225% em preços dos pescados

    Quaresma: pesquisa do Procon Goiás aponta variação de até 225% em preços dos pescados

    Quaresma: pesquisa do Procon Goiás aponta variação de até 225% em preços dos pescados

    Diferença ocorreu em pacote de filé de merluza, comercializado de R$ 14,99 a R$ 48,69. Levantamento foi feito com 52 itens de 22 estabelecimentos da capital

    A venda de peixes tende a aumentar durante a quaresma, período em que os cristãos católicos tradicionalmente evitam o consumo de carne vermelha. Para orientar o consumidor quanto aos preços e cuidados na hora da compra, equipes do Procon Goiás foram às ruas de Goiânia entre os dias 19 e 26 de fevereiro para realizar pesquisa comparativa de valores cobrados por peixes de água salgada, doce e frutos do mar. Entre peixarias e supermercados, foram visitados 22 estabelecimentos da capital, levantando preços de 52 itens de diferentes marcas e tamanhos. A pesquisa completa, com relatório e planilhas, está disponível no site goias.gov.br/procon.

    A maior variação encontrada foi de quase 225% e ocorreu no pacote de 500 gramas do filé de merluza, comercializado de R$ 14,99 a R$ 48,69. Outra diferença considerável, de 145%, foi no preço da sardinha inteira, que tem sido vendida de R$ 10,98 a R$ 26,99. Peixe comum na mesa dos brasileiros, o piau foi encontrado pelos pesquisadores do Procon Goiás de R$ 16 a R$ 32,90, oscilação de mais de 105%. O quilo do lambari apresentou variação de pouco mais de 70% de um estabelecimento ao outro, sendo vendido entre R$ 35 e R$ 59,75.

    Variação de 2023 a 2024
    A pesquisa do Procon Goiás também apontou a variação anual média dos itens. No caso do filé de tilápia fresca, por exemplo, os preços tiveram aumento de mais de 80%. Ano passado, o produto era comercializado em média por R$ 37,45. Este ano, o preço médio é de R$ 67,99. O quilo do peixe pintado teve aumento anual de mais de 55%, já que em 2023 custava em média R$ 24,95 e este ano custa R$ 38,90. Mas, segundo a pesquisa, também houve quedas no preço médio. É o caso do tucunaré congelado (-26,24%), que ano passado era comercializado em média por R$ 42,69 e este ano por R$ 31,49.

    Na hora da compra
    A pesquisa divulgada pelo Procon Goiás dá uma noção dos preços médios praticados. De modo geral, de acordo com o levantamento, algumas espécies de peixes e frutos do mar ora estão mais baratos nas peixarias e ora estão mais em conta nos supermercados. Portanto, ficar atento a promoções dos estabelecimentos e pesquisar continua sendo a principal ferramenta do consumidor.

    Além disso, o consumidor deve estar bastante atento em relação às condições de armazenamento e higiene dos produtos e do local. É necessário verificar se tem selos de inspeção e prazo de validade. Os produtos congelados devem ser conservados sempre a temperaturas inferiores a -18ºC e resfriados abaixo de 0ºC. O consumidor pode checar se há presença de água ou piso úmido próximo ao freezer, pois isso pode ser um indicativo de que o balcão foi desligado ou teve a temperatura reduzida, prejudicando a qualidade do pescado.

    A aparência do pescado também deve ser verificada. Pressione os dedos para constatar a firmeza da barriga do peixe e veja se os olhos estão brilhantes. Bacalhau e outros peixes secos não devem apresentar manchas vermelhas ou pintas pretas, o que pode indicar presença de bactérias.

    Por fim, o consumidor deve estar atento, pois os comerciantes são obrigados a cumprir as ofertas apresentadas em anúncios ou folhetos publicitários. Na hora de registrar o produto no caixa, observe se o preço equivale à oferta divulgada.

    Fotos: Procon-GO

    Fonte: Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon-GO) – Governo de Goiás